O Adeus ao Jornal Metro

Aqui está a minha última crónica no Jornal Metro.
Foram 9 meses de relação. Revelou-se bem mais duradoura que muitos governos (nomeadamente do próximo).
E o que pode ter parecido um passo minúsculo para a Bumba, para a Humanidade foi abissal.
Impõe-se, portanto, uma certa lamechice.

Agradeço ao Metro do fundo do coração a oportunidade que me deu, e peço encarecidamente para não preencherem o espaço vazio com publicidade ao Mestre Fofana, astrólogo-vidente especialista em pirilaus impotentes e outros trabalhos do oculto.

E deixo um valente obrigado a todos os leitores, do Cais Sodré ao Senhor Roubado, por toda a simpatia que jorrou desse lado às quintas-feiras. Sem vocês nunca sonharia que os meus textos foram mais do que acendalha de lareira ou absorvente de urina de cão.

A palermice do costume continuará a jorrar por aqui.
Puxem uma cadeira e sintam-se em casa.

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