Pôr tudo a Nood.

Aquele momento em que me apercebo de que a privação de comida me está efectivamente a afectar a circulação de oxigénio no cérebro.
Porque até hoje estava plenamente convencida de que a famosa cor “Nude” se escrevia nem mais nem menos do que “Nood”, por uma razão inabalável e 100% lógica: derivava da cor do noodle. Cuja cor, só por coincidência, está ela por ela com a cor de pele, e até se pronuncia da mesma forma, e até havia um restaurante chamado assim. Maneiras que nada me levou até hoje a pensar o contrário, nem mesmo a estranheza de dar nome de massa japonesa a cor de sapatos, batôns, cortinas, tintas, etc.

E assim de repente, alguém enfia sorrateiramente o tema a meio de uma conversa casual – “sim, uns sapatos assim num tom mais nude” – (e eu super-confiante a pensar em cor de noodle) – “assim mesmo da cor da pele!”….
… e de repente os neurónios desemperraram… as sinapses começaram a funcionar de novo e em 3….2…..1… eu entendi.

Nude. “Nu” em inglês.
Que descoberta levada da breca.

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