“Sim, somos difíceis de engatar.” Ass: Mulher Portuguesa

Homens de Portugal,

Queria pedir-vos desculpa por sermos tão difíceis de engatar na noite. Deve ser difícil ir para a discoteca como quem vai para o campo de batalha, pronto para levar tampas como quem leva biqueiros nos dentes.

Normalmente vamos sair em grupo e dançamos em roda, de costas para vocês. Assim só olhamos umas para as outras e é uma forma de evitar ângulos livres para a tentação do flirt visual.

Não há qualquer incursão a solo para a casa de banho, bar, varanda ou bengaleiro. Esta motivação siamesa de irmos aos pares é apenas e só para não nos embeiçarmos com os vossos piropos dignos de construção civil. É difícil resistir à classe de um “És pouco boa, és”, “Isso é tudo teu?” ou “Woooooof” quando nos apanham de passagem.

Na eventualidade de voltarmos atrás, está para acontecer um de dois cenários: ou vamos de mão estendida para esbofetear aquele de vocês que nos apalpou a nádega, ou vocês não estavam de tal forma à espera do frente-a-frente que ficam sem jeito, e desatam a balbuciar palermices de improviso. É a mesma lógica de arremessar um “Era ourives era, como é que sabia?” em resposta ao operário que nos diz “O teu pai deve ser ourives para cuspir pérolas como tu!!”. Até cai do andaime.

Nós somos guarda-costas umas das outras. Não raras vezes um de vocês se aproxima, com uma deixa picante para iniciar diálogo, e o mais provável é que a amiga que está connosco lhe faça uma placagem para nos proteger do inimigo: “Não vale a pena, olha que nós somos lésbicas”. Mais uma vez vos devemos um pedido de desculpas. Às vezes esquecemo-nos de que lesbianismo é tudo menos um turn-off para vocês. Muito pelo contrário, cultiva o vosso imaginário porno e produz todos os efeitos libidinosos menos o de inibir a vossa investida.

Neste cenário, sabemos também que a embriaguez produz um efeito multiplicador na vossa vontade. Podemos ser um par de bidés com buço, demasiado gordas ou demasiado velhas, mas a partir dos 7 gins já não é factor de exclusão.

Homens, não há uma forma fácil de nos abordarem na discoteca e eu entendo o vosso drama, juro que entendo. É uma arrogância da nossa parte nem sequer vos darmos uma hipótese. Alguns de vocês são porreiros, jeitosos e passíveis de umas trincas, mesmo com essas nódoas de vinho na camisa. E essa insistência em acender o cigarro ao contrário. Mas à parte disso até que… ai não, já está a investir noutra.

Em nossa defesa, vocês não são propriamente o Bocage nas frases de engate:

“O meu amigo quer conhecer-te” – o amigo padece de alguma debilidade mental para ser incapaz de se aproximar pelo seu pé?

“Tens um cigarro? Já agora, como é que te chamas?” – o nosso cérebro é incapaz de encontrar uma relação lógica entre as duas frases

“És muito bonita” – não sabemos reagir a elogios

“Onde é a casa-de-banho? És de Lisboa?” – não ias à casa-de-banho?

Eu sei, é difícil. Sou moça para achar que é virtualmente IMPOSSÍVEL iniciar um diálogo numa discoteca. Digo aos meus amigos que o truque é ser apresentado por um amigo/a, é o passaporte para a não-agressão.

Mas atenção, isto não quer dizer que não vos achemos piada. É um play-hard-to-get porque sim. No estrangeiro não somos tão difíceis, dizem por aí. A minha teoria, e posso estar enganada, é que a mulher portuguesa se faz de difícil porque não quer ser vista como fácil/atrevida/rameira pelas amigas. Aliado ao nosso lado mais conservador, e ao facto de Portugal ser um T0 povoado por indivíduos que apreciam uma boa fofoca.

Desengane-se quem acha que a portuguesa não vai para a noite para espalhar magia… and then again, o que seria da taxa de natalidade em Portugal se ficássemos à mercê das vossas deixas de engate (nossa, que biolência.)

Bumba no Engate da Fofinha

PS – Cá vai mais uma:

Português: “Doeu?”

Portuguesa: “Doeu o quê?”

Português: “Quando caíste do Céu”.

HEAVEN

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46 Comments Add yours

  1. DM diz:

    A quem o dizes, Mariana Seruya!

    1. Fredi diz:

      Por cá não vejo muita sensualidade, segundo a minha percepção pessoal, por vezes que que as mulheres naturais de aqui são:

      1- Materialistas olham muito para as chaves do carro
      2- Acham-se caras cheias de exigências e depois “vendem-se” baratas ( acabam por andar com indivíduos que até lhes fazem mal)
      3- Mania das grandezas
      4- Julgam-se todas princesas
      5- Estão cada vez menos carinhosas e mais possessivos

      Daí a maioria dos meus amigos terem optado pelas Espanholas, devo dizer que a diferença é brutal.

      Nota: Mas claro isto apenas é a minha percepção, admito que possa ter uma percepção errada, mas até prova em contrario mantenho a minha opinião,

    2. guel diz:

      Em cada tuga ( mulher ) está sempre uma miss mundo que por azar ou distração nunca nehum olheiro reparou nela ….

  2. tiago diz:

    Um simples…Olá!…com um sorriso cheio de boa energia devia ser a melhor forma.

    Também já vi bêbados e viciados a terem sucesso pq tem muita atitude.

    O que realmente não dá para entender são vocês 🙂

    Escreves mesmo com piada.

    1. Olá Tiago,
      É verdade, há quem aproveite o álcool para a desinibição, e depois de 7 gins têm a coragem para fazer a sua investida. Mas também os há que depois de 7 gins já não sabem como se chamam nem onde está o seu centro de gravidade… e não há forma de lhes gabar a “atitude” quando acordam de manhã a dormir na valeta. 🙂 eh eh.

  3. Vais Pá Onde diz:

    muito bom 😉

    1. 🙂 Ainda bem que gostaste, caro “Vais Pá Onde”

  4. Andrea diz:

    …tenho mesmo pena desse vosso lado tao dificil…a mulher no geral merece mesmo receber carinho, ser elogiada e bem tratada mas assim voces nao ajudam nada! 🙂 ainda bem que sou italiano e isso resulta (quase) sempre 😉

    1. True, Andrea 🙂 Como era a tal frase em italiano que diz “fazes-me rir, etc etc?”

  5. DF diz:

    Uma coisa é certa, tens piada..
    E sim certamente quem conhece mulheres numa discoteca e acaba com ela das duas uma, ou é rameira, ou está desesperada para fazer ciúmes a algum ex que ande nas redondezas.
    Outras gostam de fazer estágios para enriquecer o currículo delas.
    E por último, certamente que nunca tiveram a sorte ou azar de encontrar um dom Juan por ai fora.

    1. Caro DF, a verdade é que estes complexos não vivem sozinhos na cabeça das mulheres… diz-me tu, é ou não é verdade que os homens também pensam assim? (estou a assumir que és homem, se assim não for perdoa-me 😛 )

  6. Carlos diz:

    De facto está muita verdade por aí… Mas de facto novamente se conheces assim tão bem os homens “noctivagos” é porque certamente as tuas incursões pela noite não se ficam apenas pelo “Sábado á noite” e… then again… quem quer encontrar um espécime masculino digno desse nome não o faz na noite por certo. De qualquer forma, também não há motivo para te preocupares pois a escrever assim certamente tens do teu lado o “Neo” dos seres masculinos, provida de uma felicidade imensa numa relação de meter inveja a qualquer terrestre. Boa continuação!

    1. Olá Carlos,
      Obrigada pelos teus comentários! Não sou expert da noite, mas tenho 3 irmãos e já ajuda a abrir os olhos. Muita graça esse comentário do “Neo”, sempre sonhei ter uma relação com um jovem garboso que escape às balas com a força da mente. 🙂 Thanks!

      1. Sérgio Marques diz:

        Este artigo tem certas semelhanças com o que se passa na realidade, mas não é tão ao extremo como se quer fazer parecer.

        «Homens, não há uma forma fácil de nos abordarem na discoteca e eu entendo o vosso drama, juro que entendo. É uma arrogância da nossa parte nem sequer vos darmos uma hipótese.»

        Estou à coisa/menos coisa de 3 anos numa relação com uma moça que curiosamente conheci numa discoteca e que inicialmente estava com aquela postura de “quero, posso e mando”.

        Acho que no fundo se resume tudo a uma questão de se saber ou não fazer as coisas.

        Convém não esquecer que este tipo de coisas também nos acontece a nós. Por incrivel que pareça a quem tiver lido este artigo, é verdade… Ás vezes também temos de vos mandar dar uma volta a vocês.

  7. Será ? diz:

    Achei piada a este tema, pois já fiz conversa sobre isto várias vezes. Concordo com a frase “as portuguesas são mais difíceis”. A imagem que estranhamente muitas Portuguesas passam é a de “nariz empinado”, ou seja, que estão num patamar altíssimo, talvez devido aos saltos altos, que nenhum mortal que não tenha uma camisa Gant pode alcançar. Claro que estou a exagerar, um pouco de propósito, para lançar algumas para esta “fogueira”. Mas o facto é que a minha experiência de 28 anos em ser portuense mostra-me que muitas das vezes que meti conversa pelo único de motivo de conversar/conhecer (sim, sou um gajo que gosta de conversar sem segundas intenções ou malícias) levei com um olhar do tipo “olha-me para este a tentar”. Esta atitude muito comum da mulher portuense leva-me a esta forma de pensar. E talvez por isso, a minha ultima relação com uma Portuguesa foi à 10 anos. A partir daí só tive relações (e muito sérias) com estrangeiras, que diga-se, são muito mais open mind do ponto de vista social, do que as portuguesas. Pelo menos vou regularmente a Itália e Croácia e vejo as mulheres mais lindas do Mundo (sim, as nossas portuguesas Também o são) com um à vontade descomplexado que a mentalidade feminina portuguesa ainda não percebeu/atingiu. É que de conversar, conhecer e mostrar simpatia vai uma longa distância até à cama… De resto, eu digo às mulheres Portuguesas: muitas não sabem o que perdem em não levar as coisas na brincadeira e na boa (e nao falo dos piropos dos mentecaptos), ou de ignorarem porque aparentemente tiram a “pinta” de um gajo. Portanto, desçam desses saltos e desse nariz, e pode ser que parem de levar com piropos de gajos que pensam “para quê eu me esforçar? com aquele ar já sei que vou levar uma tampa, mesmo se só a quero convidar para um café/copo… para isso mais vale mandar-lhe um piropo e rir-me com os amigos”. Ciao.

    1. JA diz:

      O melhor comentário a este post sem dúvida!
      Enquanto a mulher portuguesa tiver esta atitude de arrogância, vai continuar a ficar bem atrás de todas as outras. Também sou da opinião que cada vez mais gosto de estar com estrangeiras, já há uns tempos, porque em termos sociais e em termos de mente aberta estão mesmo muito a frente. E já tive coisas sérias também. E acho piada por teres falado na Croácia, porque estive lá há pouco tempo e nunca fui tão bem tratado por mulheres, até mesmo na noite, todas com um sorriso na cara para falar, conheci montes de gente e na verdade no final até fui sozinho para casa, mas esteve longe de ser uma noite má.
      Agora um conselho para as portuguesas, deixem essa arrogância, baixem esses escudos, deixem esses preconceitos na vossa cabeça que uma mulher que se dá mais, ou que sorri para um homem na noite ou que até pode ir com ele pra casa “é uma puta” e que todos os homens que vem ter com voces só vos querem saltar para cima nessa noite e nunca mais vos ver, etc… Estão a perder a oportunidade de se divertirem ao máximo, de conhecerem gente bem interessante, e se calhar, até o “homem da vossa vida”.

      Mas claro, isto é só uma opinião! 🙂

  8. Tampado e com muito gosto! diz:

    Muito interessante… mas isso é tudo muito bonito e eu sinceramente até gosto, agora sais de Portugal e a vossa reputação anda pelas horas da morte – é um facto, infelizmente também para o orgulho masculino português. Sempre me doeu ouvir que as mulheres mais lindas e mais interessantes deste mundo não deixam uma boa primeira impressão quando saem para se divertir. Ora bem, enquanto isso um português porreiro vai colhendo, por aqui e por ali, os frutos da experiência de noites e noites de rejeição, algumas vezes infundada, demasiadas vezes com comportamentos adolescentes inexplicáveis… Ah! e entretanto ainda é capaz de ouvir “Ai ui! aquele só anda com estrangeiras porque são fáceis!” Pois bem, um muito obrigado pelo perfume, é sempre bom andar cheiroso! 😀
    Agora o que sempre me intrigou e intriga é a diferença entre a princesinha portuguesa e a free-spirit que muitas vezes se vê lá fora, quando se encontra livre de invejas alheias… ou então quando realmente dá conta que são precisas duas almas para dançar o tango. Aí! quando não há nada mais sensual e compreensível que uma Mulher que sabe o que quer.
    Mas como em tudo nesta vida, é sempre errado generalizar e eu pessoalmente prefiro levar 50 tampas e eventualmente conhecer uma companheira, do que levar uma boneca insuflável para casa… o problema são os tais “7 gins”, e que posso eu dizer… um homem tem que se manter entretido!

    1. Caro tampado,

      Obrigada pelo comentário, e concordo em parte. Não acho que a nossa reputação lá fora esteja “pelas horas da morte”, pelo contrário: somos tidas como difíceis também pelos brasileiros, latinos em geral; não é assim tão fácil mudar de código postal e carregrar no ON da desenvoltura. Acho sim que existe menos pressão na preocupação com o que os outros pensam, até porque realmente às vezes é bom não se conhecer ninguém; ao sermos livres da fofoca alheia fica mais fácil ser-se espontâneo e despreocupado, vai na mesma linha do admitir “aqui ninguém me conhece, posso ___________” (fazer as mais diversas coisas).
      That’s the way life goes, e só é preciso que não nos levemos demasiado a sério 😉

  9. Jamba diz:

    Estou-me a a cagar para tugas arrogantes, quando aqui ao lado em Espanha as mulheres sao 10 vezes mais jeitosas e nao se comportam como meninas mimadas que se acham demasiado boas para quase todos os homens. Alias, como em Inglaterra, EUA, etc… La fora as Portuguesas sao mais abertas porque se vem rodeadas de mulheres muito mais atraentes do que elas e que nao tem problema nenhum em entrar no “jogo” com gajos porreiros. Logo, como ninguem iria reparar nelas com a atitude que tem ca em Portugal, abrem-se mais la para terem a atencaozinha a que estao habituadas da mama e tia PiPi.

    Tambem admito que os homens Portugueses sao estupidos e nao tem o mesmo jogo de cintura que os Ingleses, Espanhois, Franceses (temos a mania que papamos todas, mas nao papamos, e nao temos classe, muita caganca).

    Enfim, povo triste. Crescam e aparecam! A vida e muito curta.

  10. Love estrangeiras diz:

    Felizmente a minha namorada e as minhas ex foram todas Praticamente todas estrangeiras,e uma perda de tempo andar ou tentar conhecer portuguesas,sao de facto arrogantes,e nao vejo razão nenhuma para terem orgulho nisso,acho que deviam era ter vergonha da sua inferioridade e frustração,sao nariz empinado e muito antiquadas socialmente,eu que já tive namoradas brasileiras,espanholas de leste e mexicanas cada vejo tenho mais pena de quem nao conhece mulheres de fora e tem que andar esganado se fome a ver se pesca alguma coisa de uma tuga…Eu tambem sou do Porto e acho as mulheres portuenses asquerosas de tão arrogantes que sao,o serem bonitas e muito relativo se forem arrogantes e frias,vou a qualquer pais da america latina ou de leste,ou mesmo EUA e conheco mulheres muito mais bonitas e simpáticas que as daqui.

    1. eu diz:

      A mesma coisa aconteçe com os homens portugueses… A mulher portuguesa e o homem português, são do mesmo sangue.

    2. Lucia diz:

      Acho que a arrogância feminina em Portugal é um fenómeno cultural. Em tudo relacionado com o preconceito masculino (e feminino tambem) que existe.
      A mulher acha que se dá conversa a todos os gajos nunca vai ser levada a sério por nenhum… Tive vários amigos e conhecidos homens que me disseram que eu nunca iria “assentar”, apenas pelo simples fato de ser simpática e falar com toda a gente (homens inclusive) na noite, tendo um grupo de amigas como eu.
      O homem português na sua generalidade é retrograda, categoriza as mulheres em dois tipos, a esposa e a amante, aquela que é para casar e aquela que é só para sexo. E mulheres desinibidas, mesmo que não sejam galdérias, acabam sempre por cair na segunda categoria.
      Resultado: esses meus amigos estavam errados, já estou casada há uns aninhos e feliz! E nunca mudei o meu comportamento porque continuo a achar que estou certa..
      Curiosidade: casei com um estrangeiro!

  11. Lucas diz:

    A coisa que mais gostava era de poder sentar com uma mulher portuguesa sincera e de mente aberta e ter uma boa conserva com ela sobre este tema. Sou brasileiro e vivi 5 anos em Portugal. Por amar o país (sim, amo Portugal) e ter lá bons amigos e familiares (a família materna é toda portuguesa), volto com frequência. Este verão não há de ser diferente, felizmente! Apesar de só ter conhecido a terrinha já adulto, criei gosto e identificação com muita coisa, e lá deixei algumas raízes. Porém, essa questão das relações sociais, do perfil da mulher e do comportamento homem-mulher em Portugal sempre me deu um nó na cabeça!! É diferente de tudo o que conheço… Às vezes foi curioso, às vezes engraçado, mas acho que a maior parte das vezes foi frustrante… Às vezes foi ofensivo também. Nestes anos que deixei o país já morei em 4 novos lugares (França, Suíça, Emirados Árabes e Moçambique), e continuo com a mesma incompreensão…
    Minha história: quando cheguei em Portugal já tinha morado em dois países, o Brasil (quase toda a vida) e os EUA (uns aninhos). Engana-se muito e redondamente quem acha que em qualquer um desses países basta ir à rua, à praia ou à festa, estender a mão e “opa, uma gaja!” Não é assim, não. As brasileiras (americanas tbm) têm bastante dignidade e orgulho, e sabem ser tão exigentes e protetoras quanto qualquer outra mulher no mundo. Qual a diferença, portanto, entre elas e as portuguesas (numa média) ? R: a maior parte das brasileiras/americanas estão a-b-e-r-t-a-s à possibilidade de fazeres uma boa abordagem. Eis o que isso NÃO quer dizer: que vais ganhar um beijo/um telefone/uma foda. Podes não ganhar nada. Mas vais ganhar uma gentil interação com uma pessoa do sexo oposto – e, se fores mesmo hábil e inteligente (socialmente falando), pode ser que ganhes algo mais. Ou não. A minha experiência é que as portuguesas, em média, nem sequer estão abertas à possibilidade dessa interação! Então, para quê sair? Para quê meter-se linda e ir a um estabelecimento social empinhado de homens solteiros em ambiente de festa? Se só o que queria era estar com amigas sem ninguém a “incomodar”, porque não juntarem-se na casa de uma delas? Ou ir a um bar gay? Ou a um evento women-only? Não há argumento que se mantenha. Ok, há vezes que minhas amigas, irmã e primas no Brasil querem sair para dançar, ouvir uma música, beber com as amigas, e só. Isso existe, isso é normal, isso é bom. Mas não é A razão de sair, é uma eventualidade. E mesmo quando é o caso, porque uma coisa tem de anular a outra? Saímos para interagir e para nos divertirmos. Quando cheguei em Portugal pensava, ingênuo, que os códigos sociais eram como no continente do outro lado do mar. Engano. Não vou me dar ao trabalho de vos listar aqui as coisas que ouvi e as reações que testemunhei da parte das mulheres que abordei ao longo dos anos que estive aí. Ume reduzida minoria foi bom e prazeroso (sim, existiu), mas a maioria se divide entre as que me diziam qualquer bobagem inocente para me fazer sumir, e as que eram, a meus olhos, ofensivas. É importante dizer uma coisa: sou um gentleman, um old school. Gosto mesmo de ser educado, e sou. Mas isso não é, para mim, em nada incompatível com uma atitude despojada para abordar mulheres. Não são abordagens de pedreiro ou adolescente. São abordagens simples e limpas. Podiam me acusar de muita coisa, menos de ser vulgar. E, no entanto, é como me sentia tratado muitas vezes, sem ter dado razões para tal.
    Nem tudo foram penas, pois tive o prazer de estar intimamente com algumas mulheres portuguesas. E foi muito bom! Mas todas elas (todas) conheceram-me através de algo ou alguém em comum (a faculdade, o trabalho, amigos, primos). Como se isso lhes desse um passe de “no social condemnation”. Sempre que, em qualquer situação social que fosse, tentava travar uma conversa com uma pessoa a priori desconhecida era tampado forte e feio. Como outros disseram aqui, o mesmo não me acontecia quando eram mulheres estrangeiras nos mesmos contextos sociais. O que pensar?
    Adoro a mulher portuguesa. Acho-a linda, carinhosa, inteligente, forte, orgulhosa. Mas acho também presa, insegura e receosa. Como se tivesse medo de ter uma feminidade e uma libido totalmente livre. Pena. Acho que a rispidez que adota é muitas vezes uma atitude de proteção com mais malefícios que benefícios. Não sei. Gostaria de entender melhor…
    Acho que todo lugar, sem exceção, tem particularidades únicas no seu código social. Aqueles que vêm de fora e conseguem decifrar esse código, quebrar essas particularidades, vão ter uma melhor qualidade de vida, mais interação e vida social mais rica.
    Adoraria ouvir a opinião de mais portuguesas nesse assunto.

    1. Ana M diz:

      “Então, para quê sair? Para quê meter-se linda e ir a um estabelecimento social empinhado de homens solteiros em ambiente de festa? Se só o que queria era estar com amigas sem ninguém a “incomodar”, porque não juntarem-se na casa de uma delas? Ou ir a um bar gay? Ou a um evento women-only? ”

      E esta é uma das razoes porque é tao frustrante sair a noite em Lisboa com as minhas amigas. Eu posso meter-me linda e ir sair com as minhas amigas num bar onde por acaso tambem tem homens, só porque gosto da companhia das minhas amigas e da música que passam no bar, ou das bebidas que servem. A minha existencia e actividade social nao é para satisfazer os desejos dos outros mas sim para eu me divertir como gosto. Porque e que eu tenho que me enfiar num evento women-only ou gay bar, se me apetece ir tomar um copo a outro sitio? E porque é que por me apetecer tomar um copo ou dancar implica que eu estou disponível para ser assediada ou tenho que ouvir as mesmas frases de engate tristes de 20 gatos pingados numa noite?

      1. Lucas diz:

        Ana, acho que a frase assim està um bocado retirada de contexto, nao? Peço desculpa se nao consegui ser suficientemente claro, mas creio que se lê-se o que vem antes e o que vem a seguir, fica evidente que reprovo gajos que assediam mulheres com engate xulo e que é normal uma mulher querer sair apenas para estar tranquila, beber um copo, ver amigas etc. O que falei foi de mulheres que provocam mas que nao estao realmente abertas a nenhuma abordagem. Apenas se divertem em enviar sinais contraditòrios, mas se um rapaz, ainda que com elegancia e educaçao, toma a iniciativa de ir lhe falar ele é humilhado, como se fosse algum crime falar com pessoas num bar.
        Sei là, acho tamanha rispidez uma atitude estranha nesses contextos. Certamente que deve haver gajos (e gajas) que dao nos nervos, mas tambem poderìamos estar abertos a conhecer ou simplesmente trocar conversa com pessoas quando saìmos na noite. Ou isto é so no meu mundo?

      2. Love estrangeiras diz:

        Antes de tudo acho ridiculo a mentalidade da mulher portuguesa e vê se neste comentário,depois de ter vindo dos EUA ainda mais ridiculo acho a mulher portuguesa e a sua mentalidade e maneira de estar,nos EUA sai se a noite e sao as próprias mulheres que metem conversa e que pedem o número de telefone e TE convidam para sair!sao mulheres que sabem o querem…muito mais se o homem for bem parecido,aqui nem isso,a arrogância e aquela mentalidade nojenta que a mulher tuga TEm da lhe sempre na cabeça de humilhar qualquer que seja o homem,por isso já nem passo muito cartão as tugas,nem entendo como alguém passar,gostam a boa maneira moura e antiga de serem cortejadas…e para isso humilham e selecionam o máximo que podem,nos estados unidos quando se aborda uma mulher seja ela bonita ou nao(e diga se que vê se mulheres muito mais bonitas)elas respodem com um sorriso e começam a fazer conversa e passam logo o número de telefone,e outro mundo,por isso nao pretendo ficar em Portugal,nao só por essa,por outras razoes tambem,a minha maneira de pensar e muito diferente do normal das pessoas em Portugal

  12. Ana M diz:

    Lucas,

    Desculpa se nao percebi o teu contexto (talvez tenha reflectido a minha experiencia na minha resposta), nesse aspecto tambem concordo contigo. Sim, nunca percebi porque é preciso mandar abaixo ou humilhar alguém que está a tentar meter conversa. E realmente é uma atitude tipica em Portugal, embora eu acho que esteja a mudar nos ultimos anos. Talvez derivado dos “duplos standards” que existem e a verdade é que as mulheres em Portugal ainda sao julgadas como “rameiras” se derem conversa.

    Por outro lado as vezes é um bocado dificil distinguir o trigo do joio. Eu sou bastante conversadora e nao tenho problemas nenhums em meter conversa ou receber conversa se nao estiver numa situacao obvia em que me apetece estar sozinha ou só com amigas. Infelizmente nao conheci muitos homens portugueses para que isso fosse suficiente. A maioria das vezes em que faco conversa acaba por ser com estrangeiros que nao falam com as mulheres só para as engatar.

    Se calhar ambos os sexos tem que olhar para o seu umbigo.

    Love estrangeiras,

    Talvez nao tenha sido clara na minha resposta. Eu sou casada e gosto de ir tomar copos a noite com as minhas amigas. Obviamente que nunca daria o meu numero de telefone a ninguem, nao estou interessada no engate. Isso nao quer dizer que preciso de ser mal-educada, nao sou. Converso se o tom for amigavel e afasto-me se o tom for de engate. Mas se calhar só as mulheres disponiveis é que podem ir sair a noite, nao vao elas ser chamadas de arrogantes e nojentas.

  13. eliza diz:

    Sou brasileira e prefiro mulheres portuguesas (belas e simpáticas) doq as pessoas lindas do brazil arrogantes.

  14. Joao Ferreira diz:

    Eu penso que a culpa da assexualidade da mulher portuguesa está directamente ligada com a inabilidade do homem português para “engatar”. Apesar de tudo o facto de sermos um país periférico também limita um pouco a nossa cultura, isto quer dizer que existe uma maior apetência para nos agarrarmos aos padrões ditos “tradicionais”. Eu tenho muitos amigos de outras culturas que tiveram a felicidade de conhecer a mulher portuguesa. Beleza não é o problema… O problema é a dificuldade em tentar ter uma conversa cujo o objectivo seja “eu quero sexo contigo”. Eu tenho a sorte de poder viajar, muito. Um dos aspectos que mais destinge a vida nocturna portuguesa em comparação com por exemplo Londres é que em Londres grande parte das pessoas saem a noite com um objectivo em comum, enquanto que em portugal os homens têm um objectivo e as mulheres têm outro.
    Contudo a culpa em grande parte deve-se a mentalidade grotesca do homem português que disfarçado sobre uma aparência pseudo-justin bieber, não passa de um macho latino com rasgos de charcutaria.
    Qualquer tentativa de parecer um gajo normal é evidentemente alvo de desconfiança dado que por norma a mulher portuguesa está habituada ao pior.
    Eu sempre digo, mulher portuguesa é uma óptima namorada/mulher mas “one night stands” é mais fácil procurar noutro sitio.

  15. Anónimo pq sim diz:

    Gosto da educação e polimento de muitos homens que aqui escreveram. Vou ser educado, mas não polido. A mulher portuguesa é em média, feia.
    Depois de uma temporada a trabalhar no estrangeiro, ao voltar notei algo… algo estava estranho. Depois percebi, não havia mulheres bonitas na rua, no supermercado… quando havia uma mulher que se destacava, era no máximo, girinha.
    A verdade é essa: as “princesas” nacionais são apenas arrogantes, ignorantes, mal-falantes e pior… feias. Sim FEIAS. Deixemo-nos de rodeios, todos os homens sabem isso. Todos os estrangeiros sabem isso. Não tiveram problema em dizer-me. Até as mulheres lá fora sabem: os homems são giros, as mulheres hediondas na sua maioria: feias, atrasadas e convencidas.
    Como vi num blog “em cada portuguesa há uma miss por descobrir”. Pura verdade.
    O rídiculo é que as poucas portuguesas realmente belas são agradáveis, simples, conversadoras.

    Os portugueses têm uma triste sina no que toca a mulheres, o que pode até explicar a emigração. Cá têm-se um belo sol, comida e paisagem… mas não há nem dinheiro nem mulheres que se apresentem.

    Custa? Mas é a verdade.
    Deixemo-nos de rodeios e polimentos.

    1. portguesa diz:

      os homens portugueses é que são bonitos né ? pahahah

    2. Lucia diz:

      Vá lá anónimo… Os portugueses (e portuguesas) emigram porque aqui não há dinheiro. E as finanças péssimas podem muito bem explicar porque é que as portuguesas são “menos arranjadas” que muitas estrangeiras, mas mais feias discordo…
      Já estive no estrangeiro várias vezes com um grupo de amigas. Percorremos toda a Espanha, bem como França, Itália, Inglaterra, Holanda, Malta, México, Cuba, Republica Dominicana, Tunísia, Dubai, Tailândia. Em nenhum destes lugares me senti inferiorizada em termos de Beleza, nem nenhuma das minhas amigas. Em todos eles conhecemos homens naturais ou estrangeiros, alguns bem interessantes! O que significa que não somos assim uma “oferta” tão má..
      Porque é que as mulheres portuguesas tem fama de feias? Pela mesma razão que os homens tem fama de broncos… Pelo fato de nós portugueses sermos deprimentes e termos a mania de dizer mal de tudo o que é nacional, de tudo o que é nosso!
      Os homens dizem que as mulheres são feias, as mulheres dizem que os homens são broncos, o patrão diz que o empregado é preguiçoso, o empregado que o patrão é explorador… e por ai em diante..
      A sorte é que ainda podemos mudar, e para nosso bem que a mudança venha logo!

    3. Bruno Almeida diz:

      100 % ACORDO

  16. Nao sao difíceis! Sao é mais interesseiras! Mas já lhes apanhei o jeito! Nada que uns euros nao resolvam o problema. Tudo se resume ao euro!

  17. MD diz:

    Boa tarde, confesso que me diverti imenso a ler este artigo. Tal como alguns homens aqui, também eu sou do norte e saio com alguma frequência a noite. Conheço imensos sítios no estrangeiro e parece-me que a opinião quanto a isso é unânime quer a sítios quer a mulheres. 🙂 Geralmente tento frequentar espaços com algum charme, com acesso um pouco restrito e com uma faixa etária aceitável…

    Adorei a ideia de se “defenderem umas as outras”..”de se colocarem em circulo a dançar”, etc (desculpem..mas voçês andam num “teatro de guerra” tipo kosovo??? então os seguranças???)

    O problema subsiste no facto, que sempre que vou para um desses sítios sou confrontado com uns 40% de barbies que andam a procura de um ken que não existe….mas como não existe “visualizam um tapete vermelho” e desfilam como se o principe entrasse a qualquer momento… Agem como se fossem a “ultima bolacha do pacote”… já para não falar de quando vão a casa de banho aos pares…pois…”temos que retocar o “makeup” para ficarmos chiques, sensuais e poderosas”….

    Princesas 🙂 os homens sabem que a beleza da mulher desaparece com água e sabão…. e não é por essa razão que vos deixamos de amar…. e quantas de vos certamente não imaginam que também nos homens muitas vezes temos que baixar o nosso QI para conseguirmos definir um tema de conversa que seja minimamente interessante para vcs e banal para nós 😉

    O problema é quando alguns de nós temos algum “savoif faire” e as princesas generalizam os homens todos….

    Se não querem ouvir piropos á trolha….é simples … mudem de ambientes… mudem de atitude…deixem a brasileirada no carro e não frequentem muito as festas “swag” vão poder verificar que afinal, até existem sitio bem agradáveis onde poderão dançar, tomar um copo ou mesmo socializar sem que vos perturbem 😉

    Beijinhos a autora 🙂

  18. (…) Digo aos meus amigos que o truque é ser apresentado por um amigo/a, é o passaporte para a não-agressão(…)

    Talvez seja este o problema. Qualquer pessoa não apresentada por amigo/familiar é colocada no saco dos “estranhos”. Sim, essas pessoas que não são de confiança 🙂

    Preferem o conforto de conhecerem pessoas somente do círculo de amigos ao mesmo tempo que colocam a cover to Facebook a dizer que “a vida começa fora da zona de conforto”.

    Muita gente (homens e mulheres) está em relações infelizes pois mantém-se apenas no seus círculos sociais. Esperam ansiosamente que o amigo/a traga alguém novo. Esperam que o acaso ou a sorte lhes coloque alguém no caminho.

    Da minha parte continuarei a abordar mulheres na noite, no bar, na discoteca, no bar, na rua, a caminho do trabalho, a caminho de casa, no shopping, na paragem do autocarro, na estação de comboios, no parque etc.

    É difícil. Sim. Sou ignorado e rejeitado mas sei que aquelas que conheço são as que eu quis e são as que me gostam mesmo de mim.

    E assim sou feliz 🙂

  19. Rocker diz:

    Feias mesmo! Pouco interessantes! Com mania que tem o rei na barriga! Todas num aviao para uma excursao ao resto da europa! Ok ha casos isolados e honrosos!

    1. verdade diz:

      Um verdadeiro problema genético….

  20. simpatica diz:

    Adorei todas as respostas. Deram que pensar 🙂 sou uma portuguesa de 30 anos e gosto de conhecer pessoas, conversar, socializar. Tenho imensa pena que por ser assim seja confundida com uma rameira, tal como por ser vistosa e atraente (modestia à parte) seja considerada burra, nao tendo hipotese de conhecer homens cultos e que gostem de ter uma conversa para além do superficial.
    Quanto aos engates na noite eu costumo pensar: se eu estou aqui e sou decente/normal, também os outros podem ser… é como dizer que a esperança é a última a morrer 😛

    1. Henrique diz:

      È, exactamente aos 30 anos que as mulheres portuguesas começam a baixar o nariz empinado e a ser mais conversadoras e simpáticas. Aos 40 anos ja falam é demais até serem chatas 😛

  21. Orlando augusto Stock diz:

    As mulheres portuguesas são muito antiquadas e retrógradas na sua maneira de pensar.se um desconhecido as aborda elas já pensam que ele quer levá-las para a cama.é a típica mentalidade tuga. Quando estive em França,desconhecidas e até colegas de trabalho pagavam-me bebidas alcoólicas e não havia problema para mim pelo facto de serem mulheres a pagar e só ficava por ali.A mulher portuguesa no aspecto geral,foi criada em ambientes muito conservadores e restritivos e por isso não é muito dada a grandes conversas com pessoas mais extrovertidas . Por isso é que não tenho mulheres como amigas porque elas acham sempre que a maioria dos homens quer sexo quando podem querer simplesmente outras coisas. Pessoalmente gostaria de ter mulheres como amigas mas aqui neste país é muito difícil .É por isso que digo sempre que para evoluir e mudar de mentalidade há que sair de Portugal para conhecer culturas mais avançadas.

  22. Pedro diz:

    Isto acontece pelo simples facto de a mulher Portuguesa ter vários homens atrás delas e por isso mesmo elas abusam. Para virar o jogo ao contrario os homens Portugueses deviam sempre se sentir superiores e quando abordar uma mulher deve ser de peito feito e sempre OLHAR A MULHER NOS OLHOS ATÉ QUE ELA DESVIA O OLHAR. Isto demonstra á mulher que é um homem super confiante e que não tem medo de levar um fora. Abordar uma mulher não é com cantadas estúpidas, mas sim falar normalmente de um assunto que não seja trabalho, mas sim algo ligado a coisas agradáveis como os locais de onde se passa férias como por exemplo. Com tudo eu quero dizer que já fui uma pessoa muito tímida que só tinha amigas, elas nunca ma viam como objecto sexual mas sim como amiguinho da onça.. Aprendi sedução e só dou umas dicas. Ao abordar uma mulher tem que se ter um contacto visual a uma certa distância, após o segundo olhar partir para ao ataque sempre a olhar NO INTERIOR DOS olhos da mulher e sorrindo. Chagar e comentar algo que ela tenha vestido, ou do espaço envolvente. Ser simpático e sorridente, contar histórias engraçadas,e sempre ouvir com muita atenção o que a mulher fala. A partir desse momento é só desenvolver a conversa sem nunca elogiar os atributos físicos da mulher. Nem nunca pagar bebidas, nunca pedir o numero de telemóvel naquela noite. Nunca dizer o nome e o que fazes a uma mulher, elas adoram homens misteriosos, se ela o perguntar demonstra um pequeno sinal de interesse. Depois disto existe a escalão física que tudo começa com uma abraço num pegar numa mão, passar a mão pelo cabelo dela etc. Agora para as mulheres, nós homens é que não sabemos abordar correctamente uma mulher, demonstramos logo que queremos sexo e que somos uns coitados, que não temos ninguém. Também já fui assim, agora para mim levar um fora é uma coisa normal, afinal de contas a mulher não é obrigada a falar comigo. Nesses casos olho nos olhos da mulher digo com um sorriso foi um prazer conhecer, Só por fazer isto algumas vezes no final da noite é essa mesma pessoa que me rejeitou vai ter comigo. Ao contrario do que alguns dizem a mulher Portuguesa é super simpática, alegre, uma excelente companhia, ou seja, é uma caixinha de surpresas agradável de descobrir. Mas tem um senão, é ter nariz empinado para isso a técnica do olhar penetrante faz o castelo desmoronar. Beijo Meninas.

  23. Henrique diz:

    Sim, e quando abordamos “Olá, tudo bem? Como é teu nome?” e elas te mandam pó caralho?

  24. João Regallo diz:

    Eu sou Português e, (embora tenha sido adoptado por uma família Irlandesa que vivia em Portugal quando eu era menino), sou Nacionalista por Portugal, (dentro da medida do bom-senso); especialmente porque passei toda a minha infância e também a maior parte da minha juventude nesta minha Amada Pátria.
    Todavia, por força da actividade profissional que vinha exercendo até há relativamente pouco tempo, eu vi-me forçado a viajar um bocado por todo o Mundo; e por este motivo tive ocasião de observar diferentes povos, diferentes culturas e diferentes atitudes. O que direi a seguir resulta da minha observação cuidadosa e imparcial, bem como de apurada reflexão e análise sobre tudo o que vivi e experimentei.
    Ainda que isto me custe muito, eu vejo-me forçado a admitir no meu coração Lusitano e na minha mentalidade Universalista, que:

    A típica mulher Portuguesa é tão brutalmente ignorante e tão inculta como é a típica mulher dos E.U.A.

    Eu vejo-me forçado a admitir que a típica mulher Portuguesa é tão rude e tão antipática e tão brejeira como é a típica mulher Italiana.

    Eu vejo-me forçado a admitir que a típica mulher Portuguesa é tão injustificadamente orgulhosa e tão cheia de soberbas como é a típica mulher Espanhola.

    Eu vejo-me forçado a admitir que a típica mulher Portuguesa é tão materialista e tão interesseira como é a típica mulher Indiana.

    Eu vejo-me forçado a admitir que a típica mulher Portuguesa é tão falsa, tão mentirosa e tão manipuladora como é a típica mulher Brasileira.

    Eu vejo-me forçado a admitir que a típica mulher Portuguesa é tão desarranjada e tão desenxabida como é a típica mulher da Ex-União Soviética.

    Eu vejo-me forçado a admitir que a típica mulher Portuguesa é tão frígida e tão assexuada como é a típica mulher Irlandesa.

    Eu vejo-me forçado a admitir que a típica mulher Portuguesa é tão mentalmente desequilibrada e tão neurótica como é a típica mulher Israelita.

    Eu vejo-me forçado a admitir que a típica mulher Portuguesa é tão retrógrada, tão primitiva, tão desinteressante e quase tão repelente como é a típica mulher aborígene da Austrália.

    Em suma; eu vejo-me forçado a admitir que as típicas mulheres portuguesas exibem todos os maiores defeitos que são típicos Dos Seres Humanos Do Sexo Feminino de acordo com o mais alto e refinado nível que esses defeitos poderiam alguma vez alcançar!

    Em abono da verdade, também tenho que confessar que os típicos homens Portugueses exibem todos os defeitos que são típico Dos Seres Humanos Do Sexo Masculino de acordo com o mais alto e refinado nível que esses defeitos poderiam alguma vez alcançar!

    Aqui deixo um pedido a todas as típicas pessoas de Portugal, para que elas tentem silenciar o barulho e a confusão que lhe guardam dentro daquele inchaço com orelhas que costumam trazer cinco palmos acima das nádegas e para que deixem de lado orgulhos injustificáveis no sentido de admitirem que têm problemas e para que depois tomem a decisão irrevogável de os corrigir. Quem sabe? Se As típicas pessoas de Portugal tomassem o meu aviso em sério e mudassem, até poderia ser que os futuros estudos sociológicos conduzidos por Entidades Estrangeiras Independentes não classificassem Portugal e os/as Portugueses/as como sendo dos povos mais atrasados, mais subdesenvolvidos e com as características mais deploráveis em todo o Mundo.

    Sou João Regallo e estarei ao dispor dos/as leitores/as para qualquer esclarecimento e/ou clarificação.

    Muito obrigado por me permitirem deixar aqui a minha opinião.

  25. guel diz:

    Em cada tuga ( mulher ) está sempre uma miss mundo que por azar ou distração nunca nehum olheiro reparou nela ….

  26. Bruno Almeida diz:

    Vamos ser francos todos já sabemos que em terras Lusas até um canhão se acha linda maravilhosa uma verdadeira princesa , enfim. elas aproveitam ” em terra de rebarbados que tem olho é princesa “

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