Resoluções querem-se válidas até 2012, sff.

Uma resoluções de 2011 que me escapou: “Se resolver ter a escaganifobética ideia de começar um blog, por amor de Deus não prometa a ninguém que vou ser capaz de publicar um post por dia… isso seria simplesmente anedótico porque 1. nenhum blogueiro no seu perfeito juízo e com um trabalho das 8h às 18h o faz e 2. assiduidade nunca foi o meu “middle name”, convenhamos.

Mas… (tambores)... isto está prestes a mudar! A parte de publicar, não a parte de ser assídua. Calminha na fofinha. Uma das resoluções para 2012 é reduzir a parada para um post por semana – no mínimo! – e congregar nele toda a espectacularidade dos outros 6 dias em que não escrevo.

E por falar em resoluções, este ano resolvi mobilizar um batalhão de energia emocional em torno da “cena”, e eu nem sou de me lembrar das ditas depois da primeira quinzena de Janeiro. Decidi categorizar as resoluções em três tipos:

– as resoluções metafísicas, existencialistas, filosóficas – “vou ser uma pessoa melhor desta e desta maneira, vou tentar ser menos assim e mais assado” (não vale clichés a la Miss Mundo)

– as resoluções pragmáticas – “vou conhecer um continente novo, vou começar a ter aulas de dança, vou fazer dieta” (esta última é um clássico meu que se aguenta, firme e hirto, até ao dia 3 de Janeiro, normalmente)

– as resoluções fúteis – “vou comprar um aparador para a minha sala” (and I’m quoting, Joana Marques!), “vou-me estrear nas unhas de gelinho” ou “vou estoirar tudo o que tenho nas horas sem IVA do Media Markt!”.

Acho absolutamente lógico separá-las em categorias, porque se misturarmos tudo numa só lista anárquica as resoluções fúteis ganham demasiado valor ao lado das metafísicas e vice-versa. Quão banal ficará o “quero ser menos egoísta” ao lado do “quero usar unhas de gelinho com padrões”?

E depois, uma das resoluções devia servir única e exclusivamente para asseverar a durabilidade das suas irmãs. Sem essa as outras resoluções, aparentemente cheias de vigor às 9h do dia 1, acabam por ficar obsoletas lá para dia 6 com uma nova que se impõe que é “já passou tanto tempo desde o Ano Novo que posso fingir demência”. E depois é só destruir qualquer prova escrita ou mental das ditas, para não ficar ali a atormentar a consciência.

Contra mim falo, atenção. Sou a típica indivídua que anuncia, prega, exige, critica e depois… nicles batatóides na hora de fazer. Mas serve o presente post para informar os leitores de que isso vai mudar. Daí que tenha decidido dedicar os próximos posts ao tema da “mudança”, uma vez que os tempos se avizinham escorregadios e é bom estar preparado para transições. Baby steps: comecemos con um post por semana.

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2 Comments Add yours

  1. Mafalda diz:

    Ok, um post por semana, então. Great!
    bj

    1. Mags diz:

      hurraaaaay! voltastes chabala!!!

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